quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


Eu quero um novo amor
Quero viver uma paixão
Felicidade sem pudor
Acelerar meu coração

Alguém que me faça rir
Alguém que eu admire
Sem prensar apenas ir
Alguém que me conquiste

Quero sentir a adrenalina
Preciso sentir saudade
Correr nas veias a endorfina
Quero paixão que me invade

Quero um olhar sincero
Quero o sonhado beijo
Ímpeto, eu quero
não agüentar de desejo

alguém que conte piadas
que me mele de sorvete
que durma abraçado
que descubra o macete

alguém que apareça de repente
que me escreva um poema
que sempre lembre da gente
que me leve ao cinema

um homem de verdade
que me encante com um sorriso
que ele n seja covarde
e que de dê o que eu preciso

quero que ele beije meus olhos
e afague meus cabelos
que ele realize meus sonhos
ente a gente sem segredos

quero ir num jogo do Sport
e comer camarão
juntos teremos mt sorte
passar uns dias no sertão

quero mudar os ares
despistar a rotina
mergulhar nesses mares
cantar do amor a cantiga

Juliana Melo


Eu quero movimento
Quero não poder parar
Sentir explodir o sentimento
Sentir o coração disparar

Quero não poder o riso segurar
quero ver a novidade aparecer
quero dançar, viver, quero amar
quero ver a vida me surpreender

quero aproveitar o sol
quero um banho de lua
quero abrir e tomar uma Skol
sentir a água do mar toda nua

quero uma noite bem dormida
mostro a alegria no olhar
nem sempre quero ser compreendida
quero fazer mais do que pensar

afinal o mistério faz parte da conquista
e meu destino é conquistar
nessa brincadeira divertida
vou sorrindo, vou vivendo, falta amar

Juliana Melo

Nossa força ressurge
Mesmo que doa, cure!
Das fraquezas emerge
O amor não acaba, se difere

Medo criado pela mente
Eleve seu pensamento
Você constrói, n alimente;
Faça ser Deus o seu contento

O desenlace, as vezes dói
Para quem vai, libertação
Para quem fica, quase corroi
A saudade mora no coração

Mas tudo se encaminha
Deixe q o bem te envolva
Então entenda, querida filha
O amor não morre, se renova

Juliana Melo

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

um quartinho do meu ser


Eu tenho sede de viver
A mente em pleno movimento
Não tenho medo de morrer
Sou tão concreta quanto o vento

A rotina não existe
Sou o muito da alegria
Quer felicidade? Conquiste!
Não fique só na nostalgia

A encarnação do pecado
A verdade do olhar
O sorriso maculado
As vezes faço sem pensar

A imagem da pureza
A inspiração da vontade
Mais que superficial beleza
Dizem que sou uma beldade

Juliana Melo

Quando quero você de novo


Quando a liberdade não existe
Quando depois do fim se insiste
Quando n se agüenta de saudade
Quando a vontade me invade

Quando não se atinge o desapego
Quando entre nós não a segredo
Quando vc é meu sossego
Quando te quero e tenho medo

Quando não se cansa de esperar
Quando o cansaço se faz presente
Quando desejo não desejar
Quando o desejo me surpreende

Quando anseio tua presença
Quando outro não mais me alenta
Quando sonho com teu beijo
Quando não estais e mesmo assim te vejo

Quando faço planos e não realizo
Quando não me das o que preciso
Quando tento te esquecer e não consigo
Quando teu olhar caminha comigo

Quando lembro as risadas
Quando lembro do mistério
Quando passo nas estradas
Quando me devora o tédio

Quando não quero ir pra aula
Quando quero uma aventura
Quando quero dormir fora
Quando quero ser toda tua

Quando quero afagar teu rosto
Quando quero um romance novo
Quando quero sentir teu cheiro
Quando te apertas contra meu seio

Quando vejo tua partida
Quando tu voltas em seguida
Quando estou aponto de falar:
Volta, vem me amar.

Julina Melo

terça-feira, 18 de agosto de 2009


É confusão no senado
“cala a boca, deputado!”
PT e PSDB infeliz aliado,
O presidente assiste tudo
Muito bem sentado.

“Ah não seja injusta;
O sertão cresce mais que
A China a minha custa."

18% ao ano.
Nossa, que engano!
O verdadeiro desenvolvimento
Consegue só o seu sustento.

Mas quem tem fome
Quer agora.
É! Menos mal por hora.

Ele quer mostrar serviço,
Inaugura um parque por isso.
Dona Lindu 3 vezes aplaudido,
Isso sim é que é serviço.

Tu não és de todo mal,
Também não é sensacional,
De Inteligência orgânica,
Fez-se tua façanha.

O teu tempo já é findado,
Não suborne o eleitorado,
Indicastes novo candidato,
Sei que teu plano é voltar
Sem demora, sem tardar.

Na Bahia, em Recife,
O judiciário está em crise.
Arquivados pra mais de mil,
Processos dormem em papel vil.
O PIB cresce;
O Brasil emerge;
Tecnologia, importação.
E como anda o povão?
Tem emprego, educação?

Desde o principio explorada
Dama verde delinqüida
Por portugueses, conquistada
Pelos franceses, perseguida,

A bela queima como bruxa,
Ainda há inquisição;
Para o abismo o homem puxa,
Por hectares de plantação;

Isso é matança sem perdão,
É suicídio, se engane não.
17% nesse suplicio,
Em 5 anos destruído.
Não é sensacionalismo
É como temos nos punido.

Juliana Melo

Querendo enluarar



Ó lua,
Bela e incandescente,
Permita-me fazer-te
Um pedido indecente:

Quero de ti a majestade,
O brilho, a saudade,
O sonho, a verdade,
Quero ser tu, mistério;
Quero ser-te, segredo.

Juliana lua, eu quero:
Intensidade e desejo;
Toda lua, enluarada,
Sempre tudo,
Quase nada,

Fase some,
Fase grande,
Luz languida, inebriada.
Casada com o sol
Sempre separada.

Debaixo do lençol
Sempre tão quente,
Astro de luz, imensamente.

Amante do mar,
Caso da Terra,
Num vem e vai
Que dilacera, esmera!

Fugidos toques
De brilho carregados,
O amor embalsamado
Por ela;

Ó lua,
Bela e incandescente,
Faz-me tu,
Hoje e sempre.

Juliana  Melo.